POR QUE A CONSTRUÇÃO DA PREFEITURA (CENTRO ADMINISTRATIVO) AO LADO DA RODOVIÁRIA EM LAGES NÃO É VIÁVEL?

Já exerci a função de funcionário público na Diretran e como especialista na área de trânsito, não poderia deixar de dar a minha opinião sobre o assunto. Começo listando os polos geradores de tráfego das imediações:

UNIPLAC, RODOVIÁRIA, CEDUP, SESC, SENAC, CORPO DE BOMBEIROS, POLÍCIA MILITAR, PRESÍDIO, NEVATUR, MANFREDI, ESCOLA ESTADUAL BELIZÁRIO RAMOS, SUPERMERCADO ALVORADA, MAXX ATACADO e a UPA – Unidade de Pronto Atendimento (que será inaugurada em breve).

Estas condições não favorecem a construção de um Centro administrativo Municipal onde centenas de veículos circulam diariamente. O cruzamento das Avenidas Dom Pedro II e Brasil é um belo exemplo de que teremos um verdadeiro caos no trânsito, ainda mais se existir o binário entre a Rua Frei Gabriel e a Caetano Vieira da Costa.

Em 2015, realizamos uma contagem volumétrica de veículos por uma semana, iniciando às 5 horas da manhã, seguindo os horários de pico e encerrando às 19 horas da noite, momento em que as universidades já receberam os alunos para o horário de aula. A intenção desta contagem foi para a construção de uma rotatória no local (o que já não é mais viável).

Para resumir, o volume de veículos trafegando na Avenida Dom Pedro II, da Avenida Primeiro de Maio até a Avenida Brasil quase fechavam o fluxo de veículos entre um semáforo e outro.

Então lhes pergunto:

Com a instalação do Centro Administrativo Municipal ao lado da Rodoviária, como ficaria a situação do fluxo de ônibus do terminal rodoviário?

Como ficaria a situação dos ônibus de transporte de alunos de outras cidades, que se deslocam diariamente para a Uniplac?

Como ficaria a situação da UPA, que precisa de trânsito livre para a chegada de pacientes em ambulâncias e em veículos particulares?

Por onde os funcionários da Prefeitura fariam o acesso ao estacionamento e por onde sairiam com seus veículos particulares e viaturas municipais, visto que terreno é de esquina?

Ora amigos, cidades que já possuem seus Centros Administrativos, como Criciúma por exemplo, construíram seus imóveis pensando no futuro, com amplos estacionamentos, com espaço destinado à construção de imóveis da Justiça Estadual e Federal, dentre outros.

Não podemos construir um imóvel tão importante em espaço que ficará saturado em poucos meses. Por que não aproveitar a marginal da BR 282 e construir a Prefeitura voltada para a rodovia? Desapropriando o terreno da Epagri e ali sim, podendo ampliar horizontes! Deixo a reflexão...” Adailton Camargo



Escrito por ADAILTON CAMARGO às 17h09
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